(Curar-se a si mesmo.)

Somos aquilo que pensamos, portanto precisamos decidir seriamente o que pensar.
O pensamento, quando carregado de raiva, frustrações, angustias ou mágoas, provoca em nos manifestações no corpo físico, assim como enxaqueca, congestão de ordens digestivas, disfunções hormonais, entre outros males.
Quando não aceitamos a vida como ela se mostra para nos criamos padrões de negação, que influem diretamente no sutil e perfeito movimento peristáltico que faz o funcionamento normal das funções digestivas por exemplo.
Mantendo a ordem psicológica e mentalem equilibrio poderemos ter também uma vida mais saudável, hoje, a própria medicina alopática concebe que algumas doenças são realmente de ordem piscicólogica, como o stress, a hipertesão, e outras.
A autora nos sugere então uma mudança de padrão de pensamento, trasformando aquilo que for negativo em algo positivo através de programações mentais novas, que poderão substituir os pensamentos que causam disturbios, como em uma das sua frases prefiridas: - Me aceito e me aprovo como sou, estou feliz em meu mundo!

O cérebro humano tem uma capacidade infinita, e podemos usá-lo a nosso favor, e não contra nós mesmo e o melhor de tudo, voçê mesmo pode curar a sua vida, consultando os padrões de pensamentos que podem ser mudados, comece já, "deletando" aquilo que fica "martelando" na sua mente, substitua por um arquivo novo, agradável e saudável.

Louise L. Hay
Luma EloSomos aquilo que pensamos, portanto precisamos decidir seriamente o que pensar.
O pensamento, quando carregado de raiva, frustrações, angustias ou mágoas, provoca em nos manifestações no corpo físico, assim como enxaqueca, congestão de ordens digestivas, disfunções hormonais, entre outros males.
Quando não aceitamos a vida como ela se mostra para nos criamos padrões de negação, que influem diretamente no sutil e perfeito movimento peristáltico que faz o funcionamento normal das funções digestivas por exemplo.
Mantendo a ordem psicológica e mentalem equilibrio poderemos ter também uma vida mais saudável, hoje, a própria medicina alopática concebe que algumas doenças são realmente de ordem piscicólogica, como o stress, a hipertesão, e outras.
A autora nos sugere então uma mudança de padrão de pensamento, trasformando aquilo que for negativo em algo positivo através de programações mentais novas, que poderão substituir os pensamentos que causam disturbios, como em uma das sua frases prefiridas: - Me aceito e me aprovo como sou, estou feliz em meu mundo!

O cérebro humano tem uma capacidade infinita, e podemos usá-lo a nosso favor, e não contra nós mesmo e o melhor de tudo, voçê mesmo pode curar a sua vida, consultando os padrões de pensamentos que podem ser mudados, comece já, "deletando" aquilo que fica "martelando" na sua mente, substitua por um arquivo novo, agradável e saudável.

Louise L. Hay
Luma Elora Aislin
(Curar-se a si mesmo.)
(Curar-se a si mesmo.)

ESCOLHAS






 Saul Brandalise Jr.

Saul, disse-me o Mestre, quero encomendar um texto... Por que você nunca escreveu sobre escolhas?
Não sei Mestre, respondi, talvez a importância da escolha tenha passado despercebida.
Você não percebeu que a nossa vida depende delas?
Sim, sei disso. Sou o que decido ser. Porém nunca havia pensando em escrever sobre isso... Obrigado por me incentivar...

Este foi apenas uma pequena parte do diálogo que tivemos. Mas o tema ficou forte em minha mente e sem condições de ser esquecido.
Na realidade a nossa primeira grande escolha é o nosso nome. Nosso rótulo de evolução para esta encarnação. O nome adotado, em si, já determina o que precisamos prestar de atenção em nossa caminhada. O que queremos e o que não pretendemos ser nesta vida. Lembro que todos aqui estamos para desempenhar uma missão evolutiva.

Portanto, a primeira grande escolha, REPITO, é o nosso nome. Não estranhe esta afirmação, pois foi você -sim-, que escolheu o seu. Alguém de personalidade muito forte em sua família foi o intuído por você, do outro plano e foi quem prevaleceu na escolha. Pesquise e irá ver que tenho razão. Alguém "decidiu" pelo seu nome.


Ele só foi o veículo. A escolha do nome está em função de várias situações de resgate, de aprendizado, que aumentam quando o nome é composto. Ex: Paulo Otávio, José Antonio, Emmily Sanny, Cláudia Mara etc.

São dois resgates carmicos e aprendizados em uma única encarnação. Não é por um acaso que as pessoas de nomes compostos, quando ignoram um deles, em seu dia a dia, acabam ficando infelizes com facilidade.


Portanto, são nossas escolhas que determinam o nosso destino. Nossas atitudes dependem delas. Quanto mais inseguros somos, mais delicada fica a nossa caminhada. Poucas pessoas percebem que não decidir já é uma escolha. E, a bem da verdade, é a pior possível, porque ficamos reféns das decisões e escolhas dos outros.

É verdadeiro afirmar que o que somos hoje dependeu exclusivamente de nossas escolhas e decisões do passado. Não importa a influência externa permitida, pois como me referi acima, a omissão é um ato de escolha.


Escolher, e a energia em volta dela, é o que efetivamente faz a diferença em nossa evolução. 


Eu escolho se quero -ou não- ter religião nesta vida. Eu escolho a modalidade esportiva que vou praticar. Eu escolho os meus momentos de lazer. Eu escolho quem vai participar da minha vida. Eu escolho a minha profissão. Eu escolho com quem vou viver. Eu escolho meu partido político. Eu escolho em quem vou votar. Eu escolho o que faço no meu final de semana. Eu escolho se sou vítima, guerreiro ou se tanto faz. Eu escolho se já acordo cansado e fico um verdadeiro vadio durante o meu dia. Eu escolho o que falo. Eu escolho para quem falo. Portanto, as escolhas são minhas.
Isso posto, é óbvio que não posso responsabilizar ninguém pelas minhas derrotas e/ou vitórias. Minha felicidade e meu destino estão em minhas escolhas e conseqüentes atitudes. A energia com a qual implemento as minhas opções contribui de maneira decisiva para o sucesso delas.

Nossas escolhas podem nos unir ou nos separar de algumas pessoas, mas não existe força que nos faça esquecer daquelas que, por algum motivo, um dia nos fizeram felizes. Obviamente que foi escolha delas nos fazer sentir mais gente. 


Existem pessoas que preferem o contrário. Não esquecer os desafetos e assim levarem uma vida de problemas e desencontros. 

Novamente é uma questão de escolha.
As pessoas que nos fizeram felizes, ao serem lembradas, trazem junto uma excelente energia; os desafetos, ao contrário, produzem a má água da mágoa... Somos setenta por cento compostos deste líquido e sinceramente não consigo entender porque algumas pessoas insistem e colocar a água podre da mágoa em seus corpos.


Saul Brandalise Jr. é colaborador do Site, autor do livro: O Despertar da Consciência da editora Theus, onde mostra através das narrativas de suas experiências como extrair lições de vida e entusiasmo de cada obstáculo que se encontra ao longo de uma vida.




A LENDA DOS ÍNDIOS SIOUX


Conta uma lenda dos índios Sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem Azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram:
Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?


E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:


- Há uma coisa a fazer, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia com apenas uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!


Os jovens abraçaram-se com ternura -e logo partiram para cumprir a missão. No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves. O velho tirou-as do saco e constatou que eram verdadeiramente os formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.


- E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.


- Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.


Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela impossibilidade de vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar. Então o velho disse:


- Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.


Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas. Essa é uma verdade no casamento e também nas relações familiares, de amizade e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.


A lição principal é saber que somente as pessoas livres serão capazes de amá-lo como você quer e merece. Respeite também as suas vontades e voe em direção às realizações da sua vida Tenho certeza que, ao ser livre, você encontrará pessoas felizes que adorarão voar ao seu lado.

torne-se o oceano(osho)



Olha para trás, para toda a jornada:
os cumes, as montanhas, o longo
caminho sinuoso através das florestas,
através dos povoados, e vê à sua frente
um oceano tão vasto que entrar nele nada mais
é do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.

O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que
o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá
que não se trata de desaparecer no oceano.
Mas tornar-se oceano.

Por um lado é desaparecimento e
por outro lado é renascimento.

Assim somos nós.
Voltar é impossível na existência.
Você pode ir em frente e se arriscar..
Coragem!

a vida e igual uma viagem de trem!!

cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.




Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco.






Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecí


Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise.
Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.




Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento


Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.


O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades. Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza... mas me agarro na esperança que em algum momento
estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar.




Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui um grande colaborador para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.

filhos do mesmo todo


Neófitos da vida - Filhos do mesmo Todo
:: Wagner Borges ::

O que tem de gente acendendo vela para o santo e ao mesmo tempo fulminando os adversários com pensamentos daninhos é uma enormidade.



A ignorância das realidades da vida espiritual torna as pessoas ridículas em suas práticas espirituais.
Muitos querem desenvolver fenômenos incríveis, mas são medrosos e têm medo do que supostamente gostariam de ver.
Querem ver o Além, mas têm medo de olhar para si próprios e verificar a quantidade de coisas ruins que moureja em seu íntimo.
Quando alguém lhes fala de valores elevados, irritam-se facilmente. Preferem a superficialidade tão comum aos que trafegam nas vias espirituais cheios de leviandade.
O que os move no caminho espiritual são seus desejos egoístas e a ânsia por poderes psíquicos. Não querem crescer, querem poderes.
Não almejam o amor e nem a claridade de quem galga os degraus de luz com atitudes dignas no seio do mundo comum.
Querem ser iniciados nos arcanos espirituais, mas seus pensamentos são vulgares e suas emoções são mais mundanas do que os que nada sabem desses assuntos. São mais profanos do que os profanos comuns, pois têm o acesso ao conhecimento que liberta, mas portam-se equivocadamente em relação aos objetivos de suas buscas espirituais. São profanos de luxo!
Exigem técnicas especiais para o desenvolvimento dos poderes psíquicos, mas não portam a paciência necessária para a colheita dos resultados.
Não têm disciplina para perseverar e estão sempre em busca de alguma fórmula espiritual milagrosa que lhes abra as percepções ou de algum exercício infalível.
Raramente ponderam sobre as responsabilidades inerentes a esses estudos e práticas.
Quanto maior o conhecimento, maior a responsabilidade.
Carregam duas bolsas em suas atividades (humanas e astrais): uma na mente e a outra no coração.
A bolsa mental está repleta de condicionamentos e arrogância.
A bolsa do coração está lotada de mágoas e egoísmo.
Muitas vezes, os espíritos infelizes os assediam cutucando justamente essas bolsas. Costumam agarrar-se a elas e acompanham essas pessoas, aonde elas vão.
Não precisa abrir a clarividência para ver esses espíritos e nem sair do corpo para encontrá-los. Basta olhar dentro das bolsas!
O encontro consigo mesmo é amargo e doce. Todo iniciado nos arcanos espirituais sabe disso na prática, pois já chorou muito pisando os vários espinhos psíquicos espalhados pelas pistas de sua própria alma. Trilhou becos obscuros e trilhas perigosas em si mesmo, onde sua única lanterna era seu discernimento e seu amor pela luz.
Munido de grande respeito pelos objetivos colimados e sempre caminhando com modéstia e responsabilidade, encontrou a GRANDE LUZ em si mesmo. Permitiu-se ser possuído por um amor transbordante. O véu de Ísis foi erguido no templo de sua alma e o manto da ilusão dissolveu-se.
No profundo amargor de suas provas, ele percebeu a doce presença do INEFÁVEL guiando seus passos.
Em silêncio, ele curvou a cabeça e prometeu servir aos ditames da LUZ e lutar tenazmente contra a ignorância.
Prometeu servir a humanidade da forma que lhe for possível e ser canal da ESPIRITUALIDADE a favor do progresso de todos os seres.
Seu grau iniciático está presente em suas atitudes diárias: é incapaz de fazer o mal a alguém.
Seu trabalho é preciso: sabe por onde anda e como executar sua tarefa no mundo.
Seu mestre é o AMOR.
Sua ordem é a do BEM.
Seu arcano é simples: trabalhar na LUZ.
Os buscadores levianos querem os poderes, não o trabalho. O iniciado quer o trabalho, não o ego.
Na óbvia diferença entre os objetivos dos dois fica evidenciada a qualidade da viagem espiritual de cada um.
No cadinho da experiência, a vida fará ocorrer a grande alquimia: transformará, pelas vias das experiências diárias e comuns, os corações de ferro em corações dourados de ouro espiritual, peneirado nas areias iniciáticas da própria alma.
Para os levianos de plantão, um recado: a ânsia pelos poderes parapsíquicos talvez revele reminiscências inconscientes de antigas experiências com magia trevosa em vidas passadas. Nesse caso, a natureza bloqueou, na vida atual, alguns desses potenciais, como forma de proteger esses incautos que geraram péssimas causas no passado.
Só há uma forma de lidar com isso e desbloquear esses potenciais: usá-los com a nítida finalidade de amadurecimento e como expressão da alma que labuta pela melhoria de todos os seres. Fazer o BEM sem olhar a quem e munir-se de muita paciência na jornada da vida. Transformar o trevoso de ontem no radiante de hoje.
E, acima de tudo, esvaziar as bolsas da mente e do coração e colocar, no seu lugar, o discernimento e a fraternidade em ação.
Ninguém é perfeito e a trilha ascensional é íngreme. Mas, o esforço vale a pena!
O prêmio não é nenhum poder ou mestrado espiritual. É apenas um estado de alegria íntima independente de circunstâncias exteriores.
É aquele brilho nos olhos de quem trabalha dignamente.
É aquela LUZ no coração que nada pode apagar.
É um agradecimento contínuo ao INEFÁVEL que lhe permitiu ascensionar, mesmo em meio a tantas encrencas diárias.
É aquela sensação de imortalidade enchendo sua consciência de confiança e esperança no melhor para todos.
Aos iniciados de plantão, um recado: quanto mais profundo o grau iniciático, mais forte será a sensação de que se é um eterno neófito*(calouro,iniciante,aprendiz) da vida e do GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO.

PAZ E LUZ.

Wagner Borges é pesquisador,
conferencista e instrutor de cursos de Projeciologia

ver,,houvir, e falar



ver,falar e evoluir (SAUL BRANDALISE JR)

Os sábios afirmam que cada um vê o que tem capacidade de assimilar dentro de seus conhecimentos desta e também de vidas passadas. Lembre-se deste ditado: pior cego é aquele que "não quer ver".

Já é diferente com o falar: algumas pessoas falam simplesmente porque escutaram ou leram. Repetem sem a mínima avaliação sobre as consequências de suas palavras. Meu papagaio também o faz. Quando me vê ele diz: Ôi... porque eu o ensinei. Se não lhe dou imediata atenção ele acrescenta: Pega, pega, pega, pegaaaaaaaaaa... Muitas pessoas se parecem com este animal. Repetem o que escutam sem fazer qualquer tipo de análise em cima do reflexo de suas palavras. Poucos sabem da força de uma palavra e que cada uma possui energia própria. Nalgumas, confesso, a energia é neutra, mas em sua maioria elas manifestam os dois campos: Negativo e Positivo. Precisamos ficar atentos para este ponto, porque faz muita diferença em nossas vidas o que faço com o meu quinto chakra, o da comunicação. Se o maltrato, estrago a glândula tireóide e depois as consequências levarão meu corpo físico a engordar.

Evoluir. Este é o ponto. Prestar atenção no que e como vejo. Prestar atenção no quê, quando e como falo.


Portanto é preciso zelo, cuidado e consciência dos reflexos em nossas vidas sobre o que causamos em nossas colheitas com as nossas atitudes, com a correta interpretação e assimilação do que vemos e depois o que fazemos com as nossas palavras.


  Controlar a vida dos outros, interferir em seu aprendizado causa sérias consequências para nós. Não importa se estamos bem ou mal-intencionados. O Universo não entende isso. Para ele o ato de ajudar o outro, sem ser convidado, é demagogia. Portanto, é preciso muita cautela no que fazemos com o que vemos, com o que falamos, pois estas atitudes podem interferir diretamente em nossos valores e nos dos outros com os quais convivemos. As pessoas precisam ser assistidas somente se pedirem. Caso contrário, teremos que observar e aprender com o que estamos vendo. Isso é saber ver. Não custa lembrar que valores são todos os conceitos que cremos como verdadeiros e os aplicamos em nossas vidas.

Ruben Alves escreveu: "As crianças não têm idéias religiosas, mas têm experiências místicas. Experiência mística não é ver seres de um outro mundo. É ver este mundo iluminado pela beleza. Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança, jamais será sábio".
Não esqueça de considerar que o "criança" do Ruben é em sentido figurado e que na realidade a palavra tem o sentido de pureza.

Na realidade Ver, Falar e Evoluir passam por um caminho muito estreito, que é a nossa interpretação em cima do cenário que se descortina em nossa volta. Não é simples como parece, porque o conhecimento, dizem, não ocupa lugar.
Ocupa sim. Ele pode nos deixar alheios ao que está acontecendo ao nosso redor. Podemos enaltecer o Ego e com isso perdermos a auto-estima e mergulharmos na vaidade, colocando-nos em uma situação de exclusão do meio em que vivemos e assim estagnarmos a nossa evolução.

É muito ruim interferir na vida dos outros, mas é igualmente péssimo saber e não aplicar o conhecimento em todas as nossas atitudes do dia-a-dia.
A evolução passa balizada pelo saber ver e também controlar a fala.
A evolução é individual e o caminho é solitário. Não precisamos levar ninguém que não queira ir. A decisão de estar junto deve ser respeitada como sendo de foro íntimo, exclusivo e ainda sem falsas promessas.

Ninguém é metade de ninguém e ninguém é filho de um pai que adestra. Siga sua alma e o seu coração. Precisamos, todos, aprender a ver corretamente e a falar de forma adequada para assim ficarmos conscientes de que estamos evoluindo.

  extraidas do texto DO LIVRO:O DESPERTAR DA CONCIÊNCIA




Torne-se o oceano(osho)

Olha para trás, para toda a jornada:
os cumes, as montanhas, o longo
caminho sinuoso através das florestas,
através dos povoados, e vê à sua frente
um oceano tão vasto que entrar nele nada mais
é do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.

O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que
o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá
que não se trata de desaparecer no oceano.
Mas tornar-se oceano.

Por um lado é desaparecimento e
por outro lado é renascimento.

Assim somos nós.
Voltar é impossível na existência.
Você pode ir em frente e se arriscar..
Coragem!

somos todos mestres e aprendizes




 ap



somos todos mestres e aprendizes

:: Conceição Trucom ::
e
O riso é a menor distância entre duas pessoas - Eugene Ionesco

Todos os grandes gênios que a humanidade já produziu concluíram, cedo ou tarde, que nosso vasto mundo é um playground onde, de todas as moedas de troca, a mais importante é o bom humor. Seja ensinando e/ou aprendendo, "brincar" é, sem dúvida, a melhor forma de perceber, amar e viver a vida.

No ato do brincar e rir verdadeiros, acionamos/oxigenamos nossa inteligência afetiva e emocional, ou seja, abre-se um fluxo de energia circulante para o 'sentir' e 'perceber' as pessoas que nos cercam e o invisível. Isso explica porque quando bem humorados, ficamos mais inspirados e inteligentes, e transcrevo aqui uma frase genial do pensador Guy Claxton: O riso é uma condição necessária para o pensar, porque a inteligência aumenta quando você pensa menos. Hehe!

Somos animais curiosos e só podemos sobreviver m nosso mundo se tivermos formas de satisfazer nossa curiosidade

e aliviar todas as tensões inerentes aos desafios, inclusive, de aprendizado e amadurecimento, da vida.

Os animais humanos fazem isso através da brincadeira autêntica, embora nossa sociedade não valorize, infelizmente, a verdadeira brincadeira para os adultos. E aí começa nosso desafio maior, pois pais e professores são adultos, que precisam ensinar a vida às suas crianças. Como será esta troca? Quem será o mestre? Quem será o aprendiz?

O perigo: somos educados para a luta e competição. Crianças têm direito à infância? Adultos têm direito de brincar e aprender com suas crianças?

Mas, enquanto o padrão social é a luta, ficamos impacientes, tomamos atalhos (mundo da ilusão) e depois, surpresos, o desempenho e aprendizado caem, a frustração surge, e o mental racional/lógico nos confirma: somos mesmo incompetentes (notas baixas) e infelizes (mesmo que a nota seja alta) porque solitários.

O psicólogo Arthur Koestler acredita que a curiosidade, ou impulso exploratório, é um imperativo fundamental do comportamento humano, como a fome ou a sede. Ele cita amplas evidências do mundo animal como, por exemplo, os macacos que brincam com um desafio e o solucionam sem a oferta de uma recompensa. E, o que é mais importante, o desempenho melhora quando não estão brigando por uma recompensa, mas brincam solucionando o desafio no espírito da "arte pela arte".

Quando há briga NÃO HÁ UMA BRINCADEIRA AUTÊNTICA e os animais "ficam impacientes e tentam resolver as coisas rapidamente", o que faz claramente o desempenho piorar. Você já viu este filme?

O ato de ensinar e aprender é pura criatividade, alegria, arte pela arte, ao mesmo tempo uma questão de sobrevivência (no sentido da significância), jamais de competição.

A curtição verdadeira é nosso elo com o tipo de pensamento que nos permite ver a vida como um processo de constante redefinição, ressignificação. O bom humor e o riso, que pode partir do professor (pais) e contagiar alunos (filhos) ou partir do aluno (filho) e contagiar o mestre, pode ser um sinal de que estamos aprendendo novos padrões, de que captamos uma nova maneira de perceber algo. Uma aproximação via afetividade.

Mantenho minha posição de que só porque algo é importante, ou sou o líder da hora, não preciso ser séria. Buda foi o primeiro a ligar riso à alma, inspiração e criatividade. Ou seja, todos podemos ser pessoas animadas, inspiradas e viver uma vida criativa.

Quando permitimos que o bom humor e o riso se manifestem, façam parte do nosso cotidiano, abrimos uma pista de acesso para que padrões rígidos sejam transformados, e será por esta mesma pista que iremos acessar a forma mais fundamental de crescimento: nossa habilidade de aprender, registrar e responder flexivelmente e afetivamente às exigências da vida.

A perda do meio ambiente adequado para se brincar e, como conseqüência, da própria capacidade de brincar, produz muitos efeitos negativos na vida das pessoas: crianças e adultos. Nos últimos tempos, cientistas de várias áreas dedicam-se a investigar a filosofia e a psicologia do ato de brincar: o que acontece com o corpo, cérebro e comportamento de uma pessoa quando se diverte, faz travessuras, ri e desfruta a vida?

Desde o início, os resultados surpreendem: é justamente quando se brinca que as células cerebrais formam mais e mais conexões (sinapses), criando uma rede densa de ligações entre neurônios que passam sinais eletroquímicos de uma célula para outra. Ou seja, o ato de brincar e rir estimula e exercita as diferentes funções cerebrais. Sinapses brotam em grande número especialmente durante o momento de descontração e bom humor. E um fluxo interessante acontece: o que está acumulado na mente desce para as demais partes do corpo. Mente e corpo se aliviam de suas tensões, permitindo que ambos tenham mais percepções e prazer.

Finalizo este texto pedindo uma reflexão para o modelo de relação e posicionamento entre mestres e aprendizes. Quem é mestre? Quem é aprendiz a cada minuto de nossas vidas? Ou melhor, o que você quer ser? Mestre? Aprendiz? Ou os dois ao mesmo tempo?

Quando funcionamos sem bom humor, riso e criatividade, perdemos a capacidade da afetividade e do aprender, portanto, de ensinar. Quando afirmamos que somos autoridade porque temos mais idade ou papéis a cumprir, é sinal claro de que ficamos presos no mundo da ilusão e colocamos nossas crianças no mundo da solidão e impotência: onde estão meus mestres e referenciais? Com quem vou exercitar minha forma natural de aprender?

O modelo de uma vida comum bem-sucedida, que inclui decisões e compromissos precoces, com um preparo educacional que não aciona a espontaneidade, o aprender criativo, mas sim a luta e a competitividade, irá gerar que alegria e realização nas carreiras, casamentos e relacionamentos das nossas crianças?

Que mestre ou pais se sentem realizados e significantes se não existe alegria, prazer, afeto e calor nas relações com suas crianças?

Vamos mudar? Vamos curtir e aprender e... daí poder ensinar?

Bateson define a sabedoria como tendo muitos ingredientes, mas um dos essenciais é "nos tornarmos conscientes de quantas vezes teremos de mudar de idéia".

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas
voltados para o bem-estar e qualidade de vida.



a verdade

A verdade é algo intimamente ligado à realidade individual com uma boa dose de sentimento lacônico agregado a atos e fatos de nossa jornada. Segundo Nietzsche a verdade é apenas um ponto de vista e por isso sempre possuí uma dúbia lateralidade, sendo difícil alcançar uma certeza sobre este conceito. Dificilmente, conseguiremos conceituar com naturalidade e precisão uma expressão de tamanha importância como é a verdade. A verdade de cada um é um sentimento muito íntimo derivado da nossa interpretação mental relacionada à interpretação dos sentidos e a crença de cada indivíduo.

Como diria Willian Shakespeare: "...não importa quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados...".

Como poderemos saber a verdade sobre determinados fatos quando não estamos vivendo diretamente esta ou aquela situação? A verdade depende diretamente dos envolvidos em uma dada questão e principalmente dos valores morais e sociais que cada um possui e como se depositam estes valores sobre o fato crítico apresentado. A verdade filosófica é apresentada de diferentes maneiras. As ciências exatas estuda e se ocupa da natureza da verdade. A lógica tenta a preservação e o conhecimento da verdade. Como pode-se definir e julgar se aquele fato é carregado pelo portador da verdade ou pelo correio da falsidade? Existem teorias e postulados que tratam a verdade como uma propriedade ou como uma simples ferramenta a serviço de uns poucos.

Devemos, sim, é buscar sempre a nossa verdade e prestarmos a devida atenção a todos os seus vértices que subitamente são alternados de acordo com a velocidade temporal humana e espiritual. Alguns acreditam que a verdade é apenas uma ferramenta conveniente. Outros acreditam que a verdade é o caminho iluminado da sabedoria e do conhecimento. A verdade é tanto um sentimento como uma razão e a única diferença entre a minha e a sua verdade é a intensidade com a qual a sentimos. O modo como cada um de nós é sensível a uma determinada dor é a maneira diferente de sentirmos a verdade. Certamente, todos nós estaremos suceptíveis às mesmas dores, porém nossa sensibilidade e percepção serão diferentes, mas nem por isso estaremos sendo falsos com relação à dor em questão.

Nossa busca pela verdade é eterna e adentra os porões da consciência de forma que carregamos esta busca após cada jornada terrena. A grande verdade é que a verdade está dentro de cada um de nós. Depende basicamente de nossas experiências, de nossas vivências, do nosso conhecimento e de nossa bagagem espiritual. Cada ser possui sua própria verdade, e tudo aquilo em que uma pessoa acredita passa a ser a sua verdade. O que nós não podemos fazer é lamentar sentando à margem do caminho e desta forma ficarmos paralisados no tempo, nos fechando para outras possibilidades e idéias, pois o que verdadeiramente acreditamos ser o correto, pode ser mostrado no amanhã como o contrário. Nesta grande busca da verdade devemos privilegiar a honestidade em nosso coração e em nossa razão.

Conforme o monge Swami Vivekananda: "Devemos ter consciência que a verdade não é propriedade de ninguém e de nenhuma raça. Nenhum indivíduo pode reclamar sua exclusividade. A verdade é a natureza simples de todos os seres.

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